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4 dicas para atender idosos em clínicas e consultórios

4 dicas para atender idosos em clínicas e consultórios

Exemplos de vida, os idosos são “visitas” frequentes em clínicas e consultórios. Oferecer um atendimento diferenciando, considerando suas limitações e necessidades é uma forma de criar um vínculo com esse público.

Estabelecer um relacionamento com base na confiança com pessoas idosas requer bastante paciência e compreensão. Com manias e comportamentos, as pessoas na “melhor idade” tendem a agir, muitas vezes, com teimosia, o que demanda carinho, tempo e dedicação redobrados.

Dessa forma, em ambientes como clínicas e consultórios, por exemplo, em que naturalmente desenvolve-se um estresse pela preocupação com a saúde, atender idosos exige cuidados ainda mais especiais.

Ouvir

Com tantos anos e experiências vividas, é normal que eles tenham muito para contar. Assim, adotar uma postura de ouvinte, interessando-se por seus relatos – principalmente no que tange ao diagnóstico – é uma atitude positiva.


Manter um diálogo aberto e frequente faz com que o paciente crie uma relação de proximidade com o profissional, e isso permite que a consulta seja feita de forma mais pessoal, melhorando a confiança médico- paciente. 


Assim, não só a visita vai se tornar mais agradável e amigável para ambas as partes, mas também as chances de ter um diagnóstico mais assertivo aumentam, já que o paciente estará mais propenso a falar com o profissional sobre suas dores ou problemas de saúde.

Dialogar

Além de ouvir, o profissional da saúde deve interagir com o idoso, reforçando seu interesse pelo que está sendo dito. Para isso, elevar o tom de voz com aqueles que têm dificuldade de audição é um quesito que precisa ser considerado.


Além disso, procure ‘entrar’ na linguagem do paciente, usando expressões ou assuntos que lhe são familiares, melhorando a interação. É possível entrar no assunto do trabalho, perguntar sobre os netos, o tempo e até sobre futebol, se esse for um assunto de interesse do seu paciente.

Uma boa dica é anotar em algum canto do prontuário, quais os assuntos mais interessam ao idoso, nomes de filhos ou netos que ele mencione, para já ter uma brecha para a conversa da próxima consulta. 

Aconselhar

Com quem já viveu muitas histórias, ser imperativo não é exatamente uma boa prática. Aconselhar – reiterando a importância dos cuidados, explicando como cada ação impactará positivamente no tratamento – é muito melhor.

Muitos pacientes têm um longo histórico de dores, e mostrar que a medicação ou a aplicação dos cuidados vai ajudar a aliviar – e até extinguir as dores – pode ser uma boa ideia. O idoso precisa ver em você um amigo que, apesar de mais jovem, se preocupa com ele e quer ajudá-lo.

Ainda é possível apelar para o fato de que eles ainda têm muito a contribuir com a família e seguir os cuidados propostos vai ajudá-los a estar saudáveis e, assim, poder compartilhar mais anos de vida com os entes queridos.

Manter contato

Consultas espaçadas, com pouca frequência, podem ser um empecilho na construção desse relacionamento. Assim, manter um contato constante, através de ligações, por exemplo, é recomendável. E, é claro, agendar consultas quando possível, é ainda melhor.

Ligue para saber como estão, se a rotina de cuidados está sendo mantida, mas se preocupe também em saber da vida deles. Se fizeram algo diferente, se há alguma novidade. Reafirme que você é um amigo e que se preocupa e zela pelo bem estar deles. 

Atender pacientes com dedicação e tempo é uma arma gratuita e bastante eficaz que os profissionais da saúde têm a sua disposição. Ao fazer isso você cativa não só seu paciente da melhor idade, mas também os familiares que o acompanham nas consultas – e que são possíveis futuros clientes.

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André Luiz Forchesatto

André Luiz Forchesatto

Ajudo a facilitar a rotina de nossos clientes, gerenciando o time que trabalha constantemente para simplificar a gestão de clínicas, consultórios e centros médicos pelo Brasil.