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4 perguntas para avaliar a saúde financeira da sua clínica médica

4 perguntas para avaliar a saúde financeira da sua clínica médica

Controlar horários, atender pacientes, realizar diagnósticos e acompanhamentos são as principais atividades desenvolvidas por profissionais da saúde no dia a dia de trabalho. Mas quando se trata de avaliar a saúde financeira de clínicas médicas, outros pontos precisam ser levados em consideração.

Muitas vezes, entre tantas tarefas, acaba sobrando pouco ou nenhum tempo para controlar a parte administrativa com mais cuidado.

Você certamente sabe como está a saúde dos seus pacientes, mas e a saúde financeira da sua clínica como anda? Reservar um tempo para realizar essa análise e colocar em prática ações de melhoria fazem toda a diferença no sucesso do seu consultório.

A essência do seu trabalho envolve cuidados com a saúde de outras pessoas, relações de proximidade e bem-estar, mas, acima de tudo, é preciso lembrar que sua clínica também é uma empresa e para que ela se mantenha no mercado, é preciso de uma gestão eficiente e lucrativa.

Concordamos que realizar isso tudo sozinho pode ser bastante trabalhoso, afinal há muito o que avaliar. Para te ajudar, selecionamos 4 perguntas que irão nortear a avaliação sobre a parte financeira do seu consultório. Acompanhe o conteúdo e boa leitura!

1. As movimentações financeiras são registradas?

O primeiro passo para uma gestão administrativa eficaz é registrar todas as movimentações financeiras da sua clínica. Isso garante que você tenha um controle sistemático e rigoroso sobre o que tem a pagar ou receber, fazendo um balanço de verbas brutas e líquidas.

Uma boa alternativa para essa tarefa é utilizar o fluxo de caixa. Através de planilhas ou tabelas, anote todas as entrada e saídas de valor, desde compras de materiais até o pagamento de funcionários ou fornecedores.

Fazendo isso você certamente conseguirá avaliar a rentabilidade da sua clínica e, se for preciso, definir medidas assertivas para melhorar os resultados.

Mas lembre-se que é importante separar o pessoal do profissional. Para isso, não é recomendado utilizar o dinheiro do caixa da empresa para fazer compras para a família, por exemplo. Para isso, reserva-se um valor de pró-labore, que funciona como um “salário” e que também deve ser registrado como saída de valor no fluxo de caixa.

2. Existem orçamentos definidos?

Muitas vezes, em nossa vida pessoal, trabalhamos com orçamentos para realizar determinadas ações, seja para fazer uma viagem, trocar de carro ou comprar um casa, por exemplo. Temos um valor máximo e procuramos trabalhar de acordo com essa realidade.

Em sua clínica isso também pode e deve ser aplicado. Dessa forma, defina orçamentos que possam ser gastos mensalmente em cada setor do consultório e controle os valores no decorrer das semanas, levando sempre em consideração a economia e o controle de gastos.

Faça isso por alguns meses recorrentes e depois avalie os resultados, analisando o que precisa receber mais ou menos verba. Essa ação permite visualizar as despesas como um todo e ajuda a evitar gastos desnecessários.

Caso seja necessário, conte com auxilio da equipe para alinhar quais investimentos alcançaram resultados e quais não reverteram em nada além de gastos. Dessa forma, será possível trabalhar melhor com a verba mensal, investindo onde realmente é necessário.

3. Sua clínica possui reservas financeiras?

Você certamente não quer ver seu consultório entrar no vermelho por falta de controle das finanças, não é mesmo? Por isso, ter uma reserva financeira é imprescindível para não ser pego desprevenido com aquela despesa de última hora.

Mas atenção: esse dinheiro deve ser utilizado apenas em casos de extrema necessidade, pois se a todo momento ele for movimentado vai acabar fazendo parte do seu fluxo de caixa e não do seu banco.

Enquanto não for necessário utilizar esse dinheiro, vá guardando para utilizar no futuro de forma mais lucrativa. Por exemplo, investindo em uma nova unidade de saúde ou ampliação da atual. Tenha em mente que as ações do presente refletem significativamente no futuro, principalmente quando o assunto é o financeiro da empresa.

4. Você está dando conta de tudo?

Se a sua leitura chegou até aqui, certamente já notou que são muitas as atividades envolvendo a parte contábil de um consultório, porém o mais importante é perceber se você está dando conta de tudo isso. Querer abraçar todas as tarefas da sua empresa pode parecer gratificante no início, no entanto, a longo prazo, isso pode ter um alto custo, tanto para o negócio quanto para o bem-estar pessoal.

Se depois dessa análise você descobrir que está deixando a desejar na gestão da sua clínica, procure uma ajuda especializada. Assim você conseguirá dedicar esforço, tempo e energia em outras questões relacionadas ao sucesso da sua empresa.

Hoje, existem tecnologias que podem auxiliar, e muito, na gestão financeira de um consultório, lidando com todas as atividades burocráticas e complexas que essa tarefa exige. Entre essas ferramentas está Clínica nas Nuvens, software médico que oferece a funcionalidade de controle financeira. Ou seja, é o jeito mais simples de cuidar da parte financeira do seu consultório.

Entre os recursos que essa ferramenta oferece, estão o controle de contas a pagar e receber, controle de caixa, controle de orçamentos, controle de repasses e comissões, entre outras funcionalidades disponíveis. Para conhecer todas elas, basta clicar aqui.

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André Luiz Forchesatto

André Luiz Forchesatto

Ajudo a facilitar a rotina de nossos clientes, gerenciando o time que trabalha constantemente para simplificar a gestão de clínicas, consultórios e centros médicos pelo Brasil.