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4 benefícios da Inteligência Artificial na medicina

4 benefícios da Inteligência Artificial na medicina

A medicina está em evolução constante, sendo altamente influenciada pelas novas tecnologias, que surgem a cada ano. Com soluções em diferentes áreas, a Inteligência Artificial na medicina, por exemplo, promete revolucionar muitas das funções que hoje são vistas como desafios e, assim, auxiliar os profissionais a terem mais sucesso nos procedimentos realizados.

Ao entrar nesse mundo, a medicina pode se transformar de forma significativa, como por meio das soluções que já podemos ver nos tempos atuais.

Para abordar mais sobre a IA, trouxemos 4 benefícios, com exemplos reais, dessa combinação entre Inteligência Artificial e medicina, a fim de mostrar como isso impacta para a profissão e para a área como um todo. Acompanhe cada exemplo a seguir!

1. Inteligência Artificial para ajudar nos diagnósticos

Para estar completamente atualizado, um profissional clínico da área de medicina precisa estudar mais de 150 horas por semana. Ainda assim, corre o risco de deixar passar algo.

Portanto, somar ao seu conhecimento e experiência a precisão da Inteligência Artificial é uma solução que pode ajudar a chegar a um diagnóstico correto sobre cada caso, levando em consideração as especificidades que cada paciente.

Na Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (USP), três pesquisadores, sob a orientação do professor Alexandre Chiavegatto Filho, associam o uso de computadores com alta capacidade de processamento de dados a indicadores de saúde.

De acordo com entrevista cedida pelos pesquisadores para a revista Época, esse estudo tem o intuito de, num futuro próximo, facilitar o diagnóstico de doenças como dengue, zika ou chikungunya. Ou, ainda, indicar o risco de um idoso desenvolver doenças que ameacem sua vida num prazo de 15 anos.

“Acreditava-se que as maiores transformações na medicina iriam ocorrer com o uso de robôs nos corredores ou centros cirúrgicos”, afirma Chiavegatto. “O grande avanço, porém, são os sistemas que reconhecem padrões em enfermidades e oferecem aos médicos elementos que o ajudem na tomada de decisão.”

2. Prevenindo sepse em hospitais

O robô Laura, criado por Jacson Fressato, é o primeiro robô cognitivo gerenciador de riscos do mundo. Com capacidade de aprender, ele utiliza basicamente duas tecnologias: a computação cognitiva e o machine learning.

Dentre as diferentes funções que ele desempenha, está a de poder monitorar em tempo real os dados vitais de pacientes internados para detectar precocemente os riscos de sepse, doença causada por uma infecção que pode causar graves consequências para o organismo, inclusive a morte. Com isso, é possível reduzir o número de mortes relacionadas a esse tipo de infecção.

Em conteúdo publicado pelo site TechTudo, é possível entender mais sobre como o robô Laura funciona. Basicamente, ele se comunica com enfermeiros e médicos através de terminais no hospital. Quando algum paciente requer atenção, essa informação é exibida com um alerta de urgência mínimo. Se o pedido não for respondido, uma ferramenta chamada “Ansiedade de Laura” entra em ação, deixando a cor do monitor cada vez mais vermelha, o que significa um aumento da urgência do caso. Se necessário, o robô pode entrar em contato com médicos responsáveis.

O Robô Laura já está em funcionamento em mais de 20 instituições, entre prefeituras e hospitais, e já atendeu mais de 100 mil pessoas.

3. Melhorando a relação médico paciente

Todas as mudanças da Inteligência Artificial na medicina tendem a aprimorar o atendimento e tornar a relação médico-paciente cada vez melhor. Com esses sistemas, é possível evitar glosas e fraudes nas operadoras, reduzir o risco de contaminação nos hospitais e até mesmo otimizar a alocação de leitos.

A automação robótica tem a capacidade de orientar pacientes que chegam ao hospital. Desde a sua chegada, com orientações e condução à sala de consulta ou ao apartamento, em casos de internação, até procedimentos cirúrgicos.

Já existem estudos que revelam os benefícios da inteligência artificial em cirurgias, diminuindo a hospitalização de pacientes em 20% em relação à cirurgia convencional.

4. Auxiliando a gestão de clínicas e consultórios

Os softwares de gestão transformaram o gerenciamento de clínicas e consultórios. Quando combinados com sistemas de Inteligência Artificial se consegue uma administração ainda mais completa.

Iniciativas como o Watson da IBM ou o Google Prescription apresentam realidades importantes em termos de conhecimento para a área da medicina e são essenciais para que o volume desses conhecimentos médicos dobrem a cada mês.

Isso torna o trabalho de médicos mais preciso, tanto em relação ao atendimento prestado quanto na própria administração de seus consultórios e clínicas.

A Inteligência Artificial na medicina é uma realidade que promete mudanças em todas as dimensões na área da saúde e torna-se essencial para a abertura de profissionais do setor para a transformação digital.

E aí, gostou desse conteúdo? Conhece outros exemplos de Inteligência Artificial utilizada na medicina? Então, compartilhe com a gente nos comentários. E não esqueça de assinar nosso newsletter para receber conteúdos como esse direto no seu e-mail.

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André Luiz Forchesatto

André Luiz Forchesatto

Ajudo a facilitar a rotina de nossos clientes, gerenciando o time que trabalha constantemente para simplificar a gestão de clínicas, consultórios e centros médicos pelo Brasil.